
Aqui estan, estos son.
Uno de los más preciados tesoros del TIT, las "Pautas del Absurdo". No sé bien que vigencia pueden tener, pero considerando que fueron escritas en... ¿1981? bien merecen su medalla.
A mi particularmente este texto me disparo 20mil ideas, pero una de las que mas retengo es que "autorizó" nuestra capacidad para elaborar teoria teatral, ir hacia una que nos sirviera solo a nosotros, ya que en general dependiamos de 2 o 3 libros, que comparativamente a esta epoca actual, era un milagro haber tenido alguna clase de encuadre teórico. Este tipo de trabajos daba via libre a lo que yo llamaria "un delirio que cierra" , como que la cosa tiene su propia lógica, sus reglas y era abierto, esto es, que se le podia agregar o sacar elementos.
A ver Ricardo, no pido una traducción, ya que se entiende y seria absurdo que pierda el encanto de lo portuñalizado, pero... ...cuando, cómo, en qué circunstancia, hacia q, qué se logró, como se constató, si funcionó.
Esas cosas quiere saber la hinchada. Y otra cosa, por si la sabes... ¿qué fuma Ionesco?
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Las pautas del Absurdo.
Repetição mecânica: Consagrada por Buster Keaton, e utilizada por Becket, Ionesco, Jarry e outros. A repetição mecânica de Gestos ou Palavras em situação inesperada, traz o publico para o absurdo de aquele momento e da condição humana. A ultima repetição deve ser precedida de uma pausa um pouco mais longa, essa pausa abrira um momento de expectativa no publico que ficara compromissado com a situação, quando finalmente o gesto se repete mais 1 vez, uma sensação de relaxamento tomara conta da platéia que certamente ira comemorar com uma boa risada.
Automatismo: No filme Tempos Modernos após longa jornada de trabalho em uma linha de produção o Carlitos leva sua atividade de apertar porcas com as 2 mãos para a Rua e não resiste apertar botões nos casacos dos policiais e as senhoras que encontra no seu caminho. O automatismo chama a reflexão a aqueles que levam uma vida de repetições, aqueles que não conseguem ouvir a seus filhos, aqueles que não conseguem desligar das preocupações materiais e fazem da disciplina a razão de ser e vivir. Nessa época em que a robótica desponta como a grande indústria do futuro, o automatismo dos Dadaístas e do Teatro del Absurdo se apresenta mais atual do que nunca.
Personagem Alcachofra: Uma personagem e construída em camadas, carregada de informações tentando gerar um ser único, não apenas alguém trazido da realidade para o palco, alguém construído para desconsertar para assombrar alguém que e muitas pessoas ao mesmo tempo e que assim desconcerta ao espectador e ao mesmo tempo parece familiar. As camadas irão enriquecer a personagem de forma extraordinária e nosso ator terá formado seu próprio personagem uma pesa única. E importante resgatar das personagens escolhidas a parte gestual, em este caso e a forma e não o conteúdo o que importa.
Ação Física dissociada: enquanto o drama do ser humano cai encima de nós, Lady Macbeth lava uma mancha de sangue na sua mão. O Assassino de Ionesco persegue uma mosca logo após esfaquear sua vitima. Cuidar de um pequeno detalhe que parece absurdo dentro do contesto, digamos “como pode pensar em isso em este momento”.
Nonsense: Idioma desconexo onde o os som o gesto transmitem sentimentos estados de espírito, violência, nostalgia, fúria, resignação. As palavras perdem seu sentido o corpo explode através dos seus ressonadores sem compromisso com a linguagem. Trazido pela mão dos Dadaístas no começo do século passado e consagrado pelo Roger Vitrao no Teatro Alfred Jarry em Paris, o nosense foi uma das armas favoritas dos atores do Teatro do Absurdo
Pausa de Tension: fazer uma pausa de 3 a 5 segundos antes da ultima ou ultimas palavra(s). Criando a expectativa para aquelo que dara sentido ao discurso. Quebra de Ritmo: tanto na fala como no movimento, pudendo iniciar em ritmo acelerado e diminuir bruscamente o ao contrario.
Dicção Majestosa: remplazar os silêncios entre as palavras por notas longas sustentando a ultima silaba ou letra. Encadeando as palavras e deixando os ressonadores do corpo para amplificar o volume da voz.
Parada no tempo: Surgiu como uma caricatura ao “Distanciamento” utilizado para transmitir mensagens políticos pelo diretor Bertold Brech na época da Segunda Guerra Mundial.
Troca de Personaje: Em um momento inconformado com a sua personagem o com a qualidade da cena os atores decidiam trocar os adereços e o assassino vira vitima o viceversa. As vezes a mudança e feita com sutileza esperando o momento que o publico percebia
Voz atrasada: O gesto precede a voz.
Objeto multiuso: Transformar uma faca em uma caneta, ou simplesmente um pedaço de madeira que passa pelas mãos dos atores permitindo diversos usos.
Mobilidade animal: Incorporar ao personagem a linguagem corporal de um animal, porem e muito importante não ficar apenas no estereotipo de um animal, precisamos investigar as características físicas mais determinantes, por Exemplo, os pássaros não têm joelho, olham do lado, intercalam pequenos saltos ao andar no chão, movimentam os braços ao mesmo tempo, etc.
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ResponderEliminarse equivocan de cabo a rabo
aun somos nosotros
entendiendo la idiotez como una virtud!
ResponderEliminarsalve
entre el filo y la navaja en el sueño